terça-feira, 10 de novembro de 2015

Hiato

*No sentido figurado, um hiato representa uma falha, uma lacuna. Pode ainda ser definido como uma interrupção entre
dois acontecimentos.



7 de outubro de 2015. Essa foi a data da postagem anterior a essa. Hoje faz exatamente um mês e três dias que eu não escrevo mais nada pra cá pro blog. Passei por uma fase que os artistas chamam de hiato, em que eles somem da mídia, não produzem, não publicam e não divulgam nada. Bem como aconteceu comigo, com a diferença que não sou artista. Mas porque eu tive esse hiato? É duro falar mas foi por preguiça, falta de comprometimento ou ainda por achar que nada que eu escrevesse nesse meio tempo fosse bom o suficiente para postar aqui. Isso acontece comigo de vez em quando, pois tenho o sério problema de começar uma coisa e não continuar. Mas aqui estou eu tentando prosseguir.

De outubro pra cá aconteceram tantas coisas legais que valeriam a pena contar, mas eu tava ocupado demais assistindo Orphan Black/Empire/How To Get Away With Murder. Poderia contar num post sobre uma "micareta de Jesus" que fui na metade de outubro, poderia falar sobre o fim da greve da faculdade, sobre uma coelha que eu quase adotei, e ainda sobre um "grupo de dança" que eu e umas amigas resolvemos fazer e postar vídeos engraçadinhos no Youtube. Coisas que eu poderia agora escrever em apenas um parágrafo porque os detalhes eu esqueci já que se passou tanto tempo. Fora isso não teve muita coisa, simplesmente mais do mesmo como ir do estágio pra casa e de casa pro estágio (esse looping eterno). 

Bem, posso começar com a micareta, que na verdade não era bem uma micareta e sim uma procissão católica. Acontece que era tão animada e com músicas tão legais que mais parecia um carnaval, com a diferença de que só tinha água para beber e não se via briga nem pegação. Confesso que num primeiro momento não queria ir pois seriam 16 quilômetros andando pelas ruas da cidade e a minha imagem de procissão (círio, sei lá o quê) era de um bando de senhoras com lenço na cabeça cantando segura não mão de Deus e vai. Me enganei profundamente.

Ah, e a faculdade está de volta a todo o vapor. A greve acabou. É isso! 

Sobre a coelha que quase adotei é o seguinte: minha amiga me disse que um tio que mora no interior tinha uns coelhos pra doar e eu disse que queria um. Bem, se passou um tempo e nós nunca mais conversamos sobre o assunto e eu acho que os coelhos já foram até adotados por alguém lá mesmo do interior. Uma dó, pois fiquei tão empolgado com a ideia de ter uma coelha. Já até imaginei uma vida ao lado desse animalzinho que eu nem conheço mas já amo pacas. Ela se chamaria Carmen Lúcia, em homenagem a melhor vilã ever, a Carminha de Avenida Brasil. Mas deixa pra lá, não é bom abrir uma ferida que já está cicatrizada, não é mesmo?

Por último aconteceu o Dals Group que na verdade não passa de quatro doidos que resolveram pagar mico dançando na internet. Coisa de gente que não tem o que fazer mesmo, mas acho que não vai pra frente. Como eu disse no começo, eu tenho um sério problema de começar uma coisa e não dar continuidade e parece-me que estou cercado de pessoas com o mesmo problema que eu. Orem por nós.



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